quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Se Eu Fosse Você 2 é imperdível!

Assisti domingo passado ao segundo filme da série Se Eu Fosse Você, do Daniel Filho, com Tony Ramos, Glória Pires, Chico Anísio, Cássio Gabus Mendes, Adriane Galisteu, Ary Fontoura e outros.

É imperdível! Eu já tinha me divertido com o primeiro filme, mas pra mim o segundo é melhor ainda. A dupla de atores principais é de matar de rir. Há cenas inesquecíveis, como a da reunião com os advogados quando eles já estão com as personalidades trocadas. Ou a do personagem do Cássio fazendo xixi no banheiro com a Helena encarnada no corpo do Cláudio, e também a do Cláudio jogando futebol ou comprando roupas. E o Cláudio encarnado na Helena falando palavrões também é demais! O Daniel Filho é mesmo um mestre do humor.

Fora que a Glória Pires está lindíssima; quanto mais passa o tempo, mais bonita ela fica!

Vejam o trailer e divirtam-se:


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domingo, 27 de outubro de 2013

Vem aí a novela "Entre Dois Amores", imitando filme do mesmo nome

Depois de Tempos Modernos, agora é a vez da Globo imitar outro filme em novela: Entre Dois Amores (lembrem-se: a novela Entre Dois Amores mudou de nome, agora é Escrito nas Estrelas)! Quanta imaginação! Será que haverá uma mulher dividida em seu amor por dois homens?

Já escalados e gravando para essa próxima novela das seis estão Carol Castro, Manuela do Monte, André Gonçalves, José Rubens Chachá e Izak Dahora.

Para quem não sabe ou não lembra, Entre Dois Amores (em inglês, Out of Africa) é um filme norte-americano de 1985, no gênero de drama biográfico, que foi dirigido por Sydney Pollack.

Esse filme foi adaptado da autobiografia de Isak Dinesen (que é o pseudônimo de Karen Blixen) chamado Den Afrikanske Farm, que foi publicado em Londres no ano de 1937, e em Nova Iorque em 1938.

A história de ambas as obras estão centradas sobre a vida real da baronesa Karen von Blixen-Finecke (atuada pela Meryl Streep), uma mulher aguerrida e apaixonada, liberada e ativa e que comanda uma fazenda de café no Quênia nas primeiras décadas do século XX.

De repente, ela se vê tomada de amores pela África e pelo seu povo humilde. Enquanto casada por conveniência com o Barão Bror von Blixen-Finecke (o ator é o Klaus Maria Brandauer), ela se apaixona por  um excêntrico caçador chamado Denys Finch Hatton (encarnado por Robert Redford).

Eu assisti este filme no cinema em seu lançamento, e o revi há pouco na tevê numa madrugada dessas; continua imperdível e maravilhoso; a Meryl Streep ainda com os rubores da juventude está simplesmente linda.

Vejam o trailer legendado desta bela história; se você ainda não viu, tem que ver:


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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Sobre o filme Anjos & Demônios

Semana passada eu assisti ao filme Anjos e Demônios (Angels & Demons, 2009), baseado no romance policial do escritor Dan Brown. Essa estória relata a primeira aventura de Robert Langdon, personagem principal tanto desse quando do livro/filme O Código Da Vinci.

A idéia básica é um conflito histórico entre ciência e religião, no caso entre os chamados Illuminati e a Igreja Católica. E aí o professor de simbologia, Robert Langdon, vivido pelo ator Tom Hanks, é convidado a visitar o CERN, um importante centro mundial de tecnologia, para examinar e investigar um símbolo que foi marcado a fogo no peito de um cientista.

Aconteceu, e ninguém sabe como, que um ladrão assassino invadiu o centro, matou o cientista e roubou o que poderia se transformar numa arma poderosíssima: um cilindro contendo anti-matéria. Esse cilindro vai ser usado pelos Illuminati para explodir o Vaticano, culminando uma vingança de muitos séculos.

Até aí, tudo bem. O problema é que o filme é muito ruim. Até eu atuaria melhor do que o Tom Hanks, que consegue ter menos expressão do que Arnold Schwarzenegger e Silvester Stallone juntos! E o enredo é de lascar: o tal professor, que aparentemente é um cara neutro nessa briga, pois se interessa apenas por um livro antigo guardado pelo Vaticano, na verdade passa o tempo todo ajudando nas tramas da Santa Igreja.

Ele é tão hipocritamente bonzinho que no final (sinto muito para quem não viu; não vale a pena mesmo!), quando descobre que o galã bonitão e super-herói, o tal de “camerlengo”, um criado de quarto do papa, é na verdade o bandido da estória, ele chama o super-bom-moço, um cardeal velhinho, que se transforma no camerlengo do novo papa, que simplesmente dá uma ordem aos guardas da Santa Sé: resolvam o problema intra-muros, ou seja, que eliminem, isto é, exterminem, o tal bonitão sem deixar que isso transpasse para o mundo.

Para quem não entendeu: o velho cardeal simplesmente ordena a execução de um padre dentro da Cidade do Vaticano. E com essa mesma placidez, o tal velhinho agradece o professor por ter salvado o novo papa, dando-lhe de presente o livro que ele desejava tanto.

E tudo isso num clima de paz e tranqüilidade, como se assassinatos e extermínios fossem fatos tão normais quanto tomar chá com os amigos lá por aquelas bandas.

E agora me digam: como é que a Igreja Católica fez um alvoroço tão grande na imprensa contra os livros do Dan Brown? Ele devia era ser contratado para ser o Relações Públicas dela.

Simplesmente um dos piores filmes que já vi, bem pior do que seu antecessor, O Código Da Vinci, que também não é lá essas coisas!

Aliás, só gostei mesmo de uma coisa nesses filmes: passear virtualmente por Paris e Roma, cidades que ainda não conheço!

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sábado, 19 de outubro de 2013

Tempos Modernos, o primeiro sucesso de Lulu Santos

Vejam esta pérola: Lulu Santos cantando seu primeiro sucesso, Tempos Modernos, cujo título também é o nome de seu primeiro disco. A canção foi feita em parceria com Nelson Motta. O vídeo apareceu no Fantástico em 1982, ano de lançamento do álbum. O Lulu está com cara de bebê recém-saído das fraldas. Em 2000, ele lançou o Lulu Acústico MTV (que eu adoro), que lhe rendeu um disco triplo de platina por 900.000 cópias vendidas, coisa que ele tinha também alcançado com Assim Caminha a Humanidade, de 1994.

Aliás, nestes tempos de imitação de títulos de filmes, Assim Caminha a Humanidade é o título brasileiro do filme Giant, de 1956, com Elizabeth Taylor e James Dean.

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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Aberrações e bizarrices na internet

Sinceramente, eu não entendo como é que sites renomados postam vídeos e áudios de aberrações e bizarrices na internet, e o pior de tudo: quando se trata de material contendo cenas de execução de pessoas (caso de um cara que foi filmado assassinando a ex-namorada, ou de assaltantes atirando em clientes ou funcionários de lojas) ou choros ou lamentos de outras, como foi o caso da mãe de uma atriz que morreu recentemente nos Estados Unidos, e postaram o áudio do desespero dela diante da morte da filha.

Eu não vi nenhum desses vídeos, não ouvi nenhum dos áudios, e nem vou fazer esse tipo de coisa. A minha compreensão é muito restrita nesse aspecto da humanidade, que é ter a curiosidade mórbida de assistir à morte de alguém. Certamente devo ter algum trauma relacionado à minha própria morte, nesta ou em alguma outra vida.

Podem até me dizer que eu vejo isso em filmes, mas todos sabemos que no filme não é real, é só uma encenação, e por mais chocante que seja, a gente sabe que não é verdade.

Ou pode ser mesmo pelos meus traumas de infância, de ter me chocado indo a velórios quando eu era uma criança bem pequena. Mas que é algo doentio perder tempo com isso, é. E certamente esses sites só publicam esse tipo de material porque sabem que uma parte de seu público vai apreciar.

Ou, pelo contrário, esses sites podem estar perdendo visitantes, e aí apelam pra qualquer absurdo! Não devem se lembrar de uma regra básica em internet: o conteúdo é rei (content is king)! Mas, infelizmente, cabe a pergunta: rei pra quem?

No entanto, também cabe a ressalva: na internet, a liberdade de escolha é total, pois só lemos o que queremos. O leitor escolhe ficar ou não no site. Embora pareça meio redundante falar em liberdade, é bom lembrar que, diferentemente de outros meios, na internet eu não preciso correr atrás do leitor para mostrar o meu material, pois é o leitor que busca o que quer ler. O escritor apenas disponibiliza os textos e os torna fáceis de serem encontrados. Isso é o que mais gosto na lida com os blogs.

sábado, 12 de outubro de 2013

Dourado é o "rei do rio"!

Você sabia que o peixe dourado é chamado de "o rei do rio"?

Ele tem grande reputação entre pescadores e apreciadores de peixe pela sua beleza e sabor refinado, além de ter pouca gordura.

Um peixe adulto pode alcançar mais de 25 kg e mais de 1 m de comprimento. Ele tem uma coloração dourada em suas escamas com reflexos avermelhados, que possuem também pequenos riscos pretos.

Pra quem não sabe, o dourado é o peixe considerado o rei da Bacia Amazônica, pela sua beleza, exuberância, força, agilidade e sabor.

Há várias outras espécies de peixe com esse nome, entre elas o peixinho dourado, que é criado em tanques e aquários.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Tessália, Tessalônica e Tessalonicenses

Quando eu era guri e estudava o catecismo, sempre fiquei curioso com as famosas Epístolas de (São) Paulo, ou Saulo, aos Tessalonicenses. Afinal de contas, eu não sabia nem o que era epístola nem muito menos quem eram os Tessalonicenses.

Hoje, ao ler o nome Tessália num portal de notícias, me lembrei das famosas epístolas, que são mensagens, ordens, ou simplesmente cartas, do Saulo/Paulo aos povos que ele evangelizou, e fui verificar onde fica mesmo a Tessália.

Pois bem, a Tessália fica na Grécia, na região central do país. Sua capital é Larissa, de 250.000 habitantes. E nessa região existe até hoje uma cidade chamada Tessalônica, que é a segunda maior cidade da Grécia, com cerca de 800.000 habitantes. E quem mora nessa cidade é chamado de Tessalonicence. Foram às pessoas que habitavam esse lugar que o Paulo dedicou suas duas cartas.

[caption id="" align="aligncenter" width="328" caption="Planície da Tessália"][/caption]

A curiosidade histórica fica por conta do fato de que Tessalônica foi construída a mando de Cassandro, um dos generais de Alexandre O Grande, em 316 a.C., que lhe deu o nome da esposa, Tessalônica, meia-irmã de Alexandre Magno (quer dizer, O Grande).

sábado, 5 de outubro de 2013

Duas imagens impressionantes neste início de ano

A imagem mais espetacular foi o túnel de nuvens, que aconteceu na praia de Las Olas, em Maldonado, no Uruguai. O fenômeno foi fotografado por Daniela Mirner Eberl, e a imagem divulgada pelo jornal britânico Daily Mail (no Brasil pelo portal Terra).

túnel de nuvens no Uruguai


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E a outra imagem, divulgada pela Reuters (no Brasil pelo portal Terra), é de um eclipse anular do sol, nesta sexta feira, que durou 11 min. e 8 segundos, o mais longo do milênio (iniciou às 5:14 GMT, na África Central, e terminou às 10:07 GMT).

[caption id="" align="aligncenter" width="371" caption="eclipse anular do sol"][/caption]

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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Sobre o blogue Poesia de Whitman

Criei o blogue Poesia de Whitman para publicar a obra poética de Walt Whitman que traduzi nos últimos 20 anos: os livros e poemas de Whitman reunidos sob o título geral de Folhas de Relva. A tradução nele apresentada baseia-se na Edição de 1891-92, a chamada Edição do Leito de Morte ("Deathbed Edition"), que é a versão final autorizada pelo autor.

Eis algumas das peças já incluídas nessa página: “Partindo de Paumanok”, “Canção de Mim Mesmo”, “Descendentes de Adão”, “Cálamo”, “Salut au Monde!” (Saudação ao Mundo!), “Canção da Estrada Aberta”, “Travessia da Barca do Brooklyn”, “Canção da Exposição”, “Uma Canção para Profissões”, “Aves de Arribação” (Pássaros Migratórios), “Detrito Marinho”, “Memórias do Presidente Lincoln” e “Regatos de Outono”. E há muitas outras. Visite o blog e descubra!